Altar de são Cipriano ©

Magias, encantamentos, magia branca, magia negra, ritos, conjuros, feitiçaria secular, conjurações, esconjurações, intercedências, invocações, rituais. Santeria, culto religioso, místico e espiritual aos santos.

 

Mestre Jorge; Mestre Daniel; Mestre Tiago; Mestre Paulo

 

 

Altar de são Cipriano e santa Maria Madalena - O caminho dos santos, Culto religioso aos santos; estatutos, fundação e constituição segundo «Manifesto Doutrinário», constante de registo em Oficio5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847/2009 © .

 

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Trabalhos de Magia segundo saberes ocultos de s.Cipriano

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Altar são Cipriano © - Santeria – Caminho dos santos

Santuário sem fins lucrativos. Altar privado de culto religioso, místico, espiritual e esotérico.

Magia Negra, Magia Branca, Feitiços e rituais conforme saberes de São Cipriano.

 

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GARANTIA DE DEVOLUÇAO DE DINHEIRO

Termos e condições de garantia de reembolso

 

 

A garantia de devolução existe para garantir que o altar de santo não falha na feitura do trabalho de santo, e que o resultado do santo ocorre conforme o ensinamento do santo ensina.

 

Assim sendo, esta garantia opera segundo os termos abaixo anunciados:

 

a)     Se o trabalho do santo for empreendido conforme o ensinamento do santo manda nos termos da nossa fé neste nosso caminho de santo, cumprindo com a instrução –  regra – do santo conforme a professamos, dando seguimento no remedio do santo sem jamais desistir, e sem jamais deixar de persistir no tratamento do santo até ele vencer, então a obra do santo dá fruto, e isso – justamente – se pretende garantir através desta garantia de reembolso, que deve por isso ser encarada como um motivo de inspiração da fé e da confiança da obra do santo.

E porem, da mesma forma se diz:

 

b)    Se o trabalho do santo falhar não por culpa do altar, mas sim por motivos de um uso improprio ou inadequado do remedio de santo recomendado, então nesse caso o altar – logicamente – não pode assumir responsabilidade por esse fato, da mesma forma que medico algum pode assumir responsabilidade por ter prescrito o remedio certo, e porem o paciente ter ido tomar o remedio da forma errada, ou o paciente ter ido fazer aquilo que o medico proíbe.

Assim sendo:

 

Assim se anuncia que a GARANTIA DE REEMBOLSO está sujeita aos seguintes termos:

 

c)     Não ocorrerá direito de reembolso nos seguintes casos:

 

1.     A desistência dos trabalhos implica que o resultado não sucedeu não por culpa do altar, pois que o altar não teve meios nem oportunidade de concluir o seu trabalho, mas antes foi forçado a cessar o seu trabalho por motivo imputável apenas ao mandante do remedio do santo. Assim sendo: o insucesso nesses casos não ocorre por culpa do altar, mas sim por consequência de decisão alheia ao trabalho do santo.

2.     O incumprimento de instrução ou de regra de santo implica que o resultado não sucedeu não por culpa do altar, mas sim por motivo alheio ao altar. Então: se um remedio for tomado errado ou ao contrário daquilo que manda a sua instrução, então ate o melhor remédio do mundo prescrito pelo melhor médico do mundo acabará não curando moléstia, e poderá ate mesmo ter efeitos contraproducentes, assim agravando a moléstia com outras moléstias. Da mesma forma: o trabalho de santo que for tomado descurando na instrução do santo, acabará – logicamente – causando mais mal que bem, e isso não será culpa nem responsabilidade do altar de santo.

3.     A recusa em trilhar no caminho de fé que esta linha de fé professa por forma a que o fruto da fé possa desta fé florescer, implicará que os frutos colhidos não sejam os desejados mas sim os indesejados.  Por isso mesmo, no nosso site assim se diz: de nada serve pagar tributo a um certo caminho de Deus – a uma certa linha religiosa – se depois não estiverdes disposto a trilhar nesse caminho de fé conforme esse caminho de fé professa e orienta que se vá caminhar, da mesma forma que podereis pagar por um remedio na farmácia, que se depois não usardes do remedio conforme manda a bula desse remedio, então jamais alcançareis a cura, e podereis mesmo piorar na vossa moléstia. Então e da mesma forma: Vir a uma linha religiosa é bom, e porem: se depois de vir então não trilhardes no caminho que esse trilho de fé vos propõem trilhar, então dessa fé não retirareis o bom fruto da obra da fé, pois que obra de fé é fruto de se trilhar num caminho de fé e não de – depois de se dar um tributo – andar cuspindo, nem desviando, nem duvidando, nem maldizendo a esse mesmo caminho de fé. Por isso mesmo, olhai que assim está escrito:Ouvi-Me com atenção, e comereis coisas boas e saboreareis pratos suculentos. Dai-Me ouvidos, vinde a Mim, escutai-Me - Isaías 55,2-3  Pois assim se sabe: aquele que vindo a um caminho de fé e de Deus, então escutar e conservar no seu coração o ensinamento dessa fé, então esse verá em florescem os frutos dessa fé, e esse comerá por isso coisas boas e suculentas, pois acaso não está escrito: «ouvi-me, escutai-me, e comereis coisas boas e suculentas»? Então: ouvindo, escutando e trilhando no caminho de uma fé, então dessa fé colhereis coisas boas e suculentas em todos os assuntos da vossa vida. E porem: o inverso também é verdade, e por isso: aquele que vindo a um caminho de fé, porem logo depois se recusa a dar ouvidos a essa fé, se indispõem a escutar ao ensinamento dessa fé, e se nega a trilhar pelos trilhos que essa fé professa, então esse dessa fé nada colherá senão desagrado e amargura. Então: Aquele que vindo a um ensinamento de Deus – a uma linha religiosa ou a uma doutrina de Deus – então nesse caminho caminhar conforme nesse caminho se professa trilhar, então desse caminho de Deus – trilhando conforme essa fé – se retirarão os frutos dessa fé. E porem: quem vem a uma fé com dinheiro na mão, para logo depois estar de injúria na boca e calunia no coração, então esse dessa fé jamais retirará senão o mais amargurado fruto, pois que assim está escrito: Porque se afastaram d’Ele e não seguiram os seus caminhos (…)se Deus não intervêm, quem poderá condena-Lo? – Job 34,27-31 Pois então: Quem pode de um caminho de Deus colher bom fruto, se desse caminho de Deus se afastar? Quem pode de um caminho de Deus ver bom fruto florescer, se depois de ir a esse caminho então – logo depois – andar desse caminho duvidando?, a esse caminho caluniando?, a esse caminho questionando?,  desse caminho desconfiando?, –  e por isso desse caminho desviando ? Olhai por isso, que assim professamos e anunciamos: Um barco conduzido por bons caminhos levará a bom destino, e um barco guiado por desviados caminhos levará a desviados rumos e ao naufrágio. Então: uma linha religiosa é um barco no qual navegareis para atingir os bons destinos que desejais, e porem: se nele entrardes para depois andardes navegando para maus rumos que vos foram desaconselhados, então acabareis em desgraça e naufragado, e isso não será por culpa nem do barco, nem de quem vos bem disse para não entrar por caminhos errados.

Pois então: Podereis gastar milhões em missas, fortunas em ofícios, milhares em clamores, ou centenas rituais, que porem se depois disso não trilhardes no caminho da fé a que haveis recorrido, então nenhum fruto colhereis dessa fé, e podereis ate mesmo ver os vossos clamores desprezados, revertidos e invertidos, e isso avisamos com a maior clareza, para a ninguém prejudicar e a todos ajudar sem lesar.

Então: escutai este AVISO que fazemos com a maior honestidade e clareza, e escutai a este apelo com temor no coração, e assim sendo:

Jamais recorrei de um altar de santo senão indo com fé e para trilhar na fé do santo, pois que santo é entidade de portento que deve ser lidada com o maior cuidado, pois que lidando com fé e nessa fé trilhando então abrir-se-ão caminhos, e porem da fé desviando e á fé violando então colhereis os maiores dissabores.

4.     O incumprimento de pagamentos que permitam realizar o trabalho do santo nos prazos certos e por forma garantir o resultado do santo, significa que o resultado do santo poderá não suceder não por culpa do altar, mas sim por falta de meios para realizar o trabalho do santo conforme ele deve ser oficiado, e nos tempos ou prazos em que ele deve ser celebrado por forma garantir resultado.

5.     A negação em dar seguimento a reforços ou a remédios adicionais que seja necessário ou refazer, ou renovar  e empreender por forma a garantir um resultado, poderá invalidar o resultado não por culpa do saber do santo nem do empenho do altar do santo, mas sim por falta de recursos para dar seguimento no tratamento do santo.

 

d)    Excetuando estes casos – em que o resultado do santo não ocorrer por motivos inteiramente alheios ao saber do santo e ao altar do santo –  então todo o trabalho de santo que for subscrito com  a oferta desta garantia de devolução será reembolsado, caso não ocorra o resultado do santo conforme o santo no seu ensinamento ensinou.

Assim sendo:

 

e)     Pretende-se com esta garantia assegurar que o trabalho do santo é oficiado, celebrado, arriado e despachado conforme o saber do santo ensina nos termos da fé que professamos e anunciamos neste nosso caminho de santo, e que o resultado do santo é edificado e ocorre conforme o santo ensinou no seu saber e na sua obra, á luz da nossa fé e da nossa crença neste nosso caminho de santo.

Dessa forma, assim se assegura:

 

f)     Caso o resultado do santo não sucede nos termos que o saber do santo ensina e professa, então o reembolso é sempre realizado num período até 120 dias apos reclamação da devolução, e pelo meio indicado pelo altar de santo.

Assim sendo:

 

A subscrição dos serviços espirituais deste altar de santo pressupõem a leitura, o conhecimento e a aceitação destes termos.

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A subscrição dos serviços espirituais deste altar de santo pressupõem a leitura, o conhecimento e a aceitação destes termos.

 

 

 

A subscrição destes serviços pressupõem a leitura destes termos, e assim:

 

a solicitação destes serviços religiosos constitui um ato de aceitação destes princípios doutrinários e deste regulamento, e essa aceitação assim ocorre na forma de um consentimento informado e esclarecido, por isso ausente de qualquer equivoco. A alegação de desconhecimento destes termos não poderá ser invocado para violar a estes termos, pois que eles são públicos e estão devidamente publicitados neste site.

 

 

 

 

 

 

 

SOBRE O PAGAMENTO DE MISSAS CONFORME O CÂNONE 947 DO CODIGO DE DIREITO CANONICO

 

No altar de são Cipriano, em função dos saberes espirituais de são Cipriano conforme os professamos, celebram-se – como em qualquer igreja ou santuário –  missas esotéricas e rituais em favor de intenções específicas que nos sejam solicitadas.

 

Assim sendo:

 

Aquele que encomenda missas e rituais com intenções específicas, e para a celebração das mesmas efetua uma contribuição financeira, reconhece estar a contribuir com o seu donativo, tanto para o pagamento das despesas da celebração dos rituais que solicita, como para a subsistência da obra do altar de São Cipriano.

 

Assim sendo:

 

Por analogia ao cânone 947 do Código de Direito Canónico, (embora o altar de São Cipriano professe um ramo protestante do cristianismo, porem o mesmo reconhece as boas praticas ali descritas nesse cânone), jamais deve a solicitação de celebração de uma missa assumir o aspecto ou revestir-se da forma de um «comercio», ou seja, não constitui o pagamento de uma missa uma contrapartida através da qual a troco de um valor pecuniário se promete a concessão de uma graça.

 

Assim:

 

Um pagamento de uma missa, constitui unicamente um pagamento das despesas de celebração daquele ritual, e jamais um meio de assegurar a concessão de uma graça dos espíritos, pois que as graças dos espíritos apenas aos espíritos, aos Santos e a Deus cabe conceder, enquanto que aos membros do altar apenas lhes cabe pedir com fé e conforme os saberes de São Cipriano.

 

Por isso, aquele que solicita missas e rituais ao altar – e realiza por elas um donativo ou contribuição ao altar – assim concorda e reconhece:

 

As missas são um instrumento para elevar clamores e pedidos aos espíritos, aos santos e a Deus.

 

E porem: se uma missa ou um ritual é uma forma de interceder, de pedir, e de elevar um pedido a Deus,  contudo a missa e o ritual não são porem garantia da resposta que Deus dará na justa medida de dinheiros que forem pagos para celebrar essas mesmas missas. 

 

Assim sendo, olhai:

 

Se o dinheiro serve para custear as despesas com a celebração de missas ou rituais, já porem o dinheiro não serve para «comprar» os «favores» de Deus, pois que esses serão sempre fruto da FÉ e jamais do DINHEIRO, pois que as missas servem para elevar um PEDIDO a Deus para que depois esse pedido dê bom fruto trilhando um caminho de fé, e não para lhe endereçar dinheiro, nem através do dinheiro assegurar que a Sua resposta será esta ou aquela.

 

Assim sendo: eis que se depois de celebradas missas ou rituais então um milagre sucede, esse milagre ocorre e é garantido através da FÉ e da resposta de Deus a se trilhar com fidelidade nessa FÉ, e – por isso – nunca o dinheiro poderá garantir um resultado de Deus.

 

E dessa forma: Se dinheiros são necessários para custear as despesas de celebração de uma missa e de um ritual, (pois que a missa e o ritual são uma forma espiritualmente adequada de elevar a Deus um clamor), porem o dinheiro não poderá jamais garantir um resultado de Deus, pois que esse virá sempre como resposta d’Ele á FÉ, querando isto dizer: de se trilhar num caminho de FÉ sem jamais dele desviar nem nele vacilar, e não do dinheiro que no ritual foi gasto.

 

Assim: Jamais neste altar se recebem dinheiros a título de pagamentos por resultados de Deus, nem neste altar se aceitam dinheiros em troca das graças de Deus, pois que as graças de Deus cabe apenas a Deus conceder e não ao homem, e eis que por isso assim cremos:

 

Deus responde não conforme o dinheiro investido para celebrar uma missa, mas sim Deus edifica conforme a fé, e Ele tanto poderá responder neste como naquele sentido, conforme se trilhe num caminho de fé com fidelidade a essa fé, e jamais conforme um pagamento de dinheiros.

 

E assim sendo:

 

Que claramente se saiba que:

 

se dinheiros são aceites neste altar, eles são-no exclusivamente na forma de contribuições e donativos que servem para custear despesas de missas e rituais, e por isso: jamais dinheiros são aceites neste altar como forma de contrapartida por um resultado de Deus, sendo que isso todo o subscritor destes serviços o aceita e reconhece com clareza.

 

Assim, jamais e em alguma circunstância são neste altar cobrados dinheiros enquanto uma forma de contrapartida por resultados dos espíritos, pois que os resultados dos espíritos apenas aos espíritos cabe conceder.

 

Então:

 

Quando dinheiros forem aceites pelo altar de são Cipriano, (há exceção de donativos e esmolas livremente contribuídos para a subsistência deste santuário e casa de oração), os mesmos apenas o serão mediante uma encomenda de celebração de missas-rituais, e por isso como um meio de custear as despesas de celebração dessas mesmas missas-rituais com intenções, sendo que por isso destinam-se tais contribuições única e exclusivamente a :

 

1-Pagamentos das despesas de missas e rituais, tal como em qualquer igreja são cobradas missas de intenções ;

2-Donativos, que são aceites como esmola que é um tributo ou um dizimo que permite a subsistência da obra espiritual do altar.

 

O altar de São Cipriano é um santuário fundado sobre os pilares de uma fé séria e profunda devoção aos santos, a são Cipriano e a santa Maria Madalena, assim como de crença nos ensinamentos e doutrina oculta de são Cipriano. Assim, o que prometemos é a nossa fé, e o exercício das artes ocultas de São Cipriano, pois apenas a essas podem os espíritos responder, e professamos que respondem sempre e nos termos em que anunciamos na nossa «Mensagem Publica Espiritual» , e nos termos dos nossos «Mandamentos e Estatutos». (vide ponto 3º, 8º, 11º destes mandamentos)

 

Podereis porem assim afirmar:

                                         

«mas eu paguei, e por isso daí em diante não venham cá falar de fé, pois que paguei e por isso a fé não tem nada que ver com isso, pois que paguei !!»

 

Nesse caso – e se assim pensais – então nem sequer deveríeis vir a este altar, nem sequer deveríeis ir a outro qualquer altar, nem sequer deveríeis ir a qualquer outro santuário, nem sequer deveríeis ir a qualquer outra religião de Deus, pois olhai que assim está escrito:

 

Dois pesos e duas medidas são coisas que Deus detesta

Provérbios 19,10

 

Pois então:

 

Não mistureis coisas que não tem mistura, e por isso não mistureis azeite e vinho nas mesmas pipas, pois que um não tem nada que ver om outro, ámen?

 

Assim sendo:

 

com certeza que em qualquer altar ou santuário pagareis para que se vos celebrem missas e rituais, conforme em qualquer igreja se pagam missas quando se as encomendam.

 

E porem:

 

o dinheiro nada tem que ver com a fé, pois que se o dinheiro é necessário para custear as DESPESAS com a celebração de missas, porem sem fé então a missa não vai dar fruto algum.

 

Pois então:

 

um remedio custa o seu dinheiro para ser feito, e porem de nada vale gastar fortunas para fazer um remedio se depois não se for tomar esse remedio da forma certa.

 

Da mesma forma:

 

a missa é um instrumento para conduzir um pedido a Deus, e porem em Deus nenhum pedido vai florescer senão pelo caminho da fé.

 

Assim sendo:

 

a missa é como um «elevador» que serve para elevar um clamor ao santo e a Deus, e com certeza que para ser feita essa missa e usar-se desse elevador, tudo isso implica a sua despesa, e tudo isso custa dinheiro.

 

Já porem:

 

se a missa serve para elevar um pedido ao santo e a Deus, já porem depois de estar esse clamor elevado e por Deus recebido,  então daí em diante ele apenas vai dar fruto e florescer trilhando no caminho da fé, e não noutro caminho, pois que é isso que anunciamos e não coisa diferente.

 

Pois por isso mesmo, assim está escrito:

 

Quem fecha os seus ouvidos á Lei, ate a sua oração será detestada

 

Provérbios 28,9

 

Pois então:

 

se missa serve para elevar um clamor a Deus, porem é trilhando no caminho da Lei da fé que Deus acolhe e faz florescer o fruto da fé, pois acaso não está escrito: «quem fecha os ouvidos á Lei de Deus, então até a sua oração será detestada»?

 

Pois então:

 

Podereis gastar milhões em missas, gastar fortunas em ofícios, gastar milhares em clamores, ou gastar centenas em rituais, que porem se não trilhardes no caminho da   a que haveis recorrido – sem desse caminho de fé desviar –  então nenhum fruto colhereis, e podereis ate mesmo ver os vossos clamores desprezados, repudiados ou invertidos.

 

Então:

 

A missa – ou ritual de santo – custa dinheiro para ser feita, e porem a missa não serve para elevar «dinheiro» a Deus, mas sim a missa serve para elevar um «clamor» pela «fé» clamado a Deus, pois que é no caminho da fé que a obra de Deus se edifica.

 

Pois por isso, olhai:

 

santo é entidade do maior portento, que com portento vos garante portentoso resultado.

 

E porem:

 

santo é entidade de portento que se deve por isso lidar com maior cuidado e no maior respeito.

 

Pois por isso:

 

Jamais lanceis mão de trabalho de santo se não for para vir lidar em assunto sério, e jamais lanceis mão de trabalho de santo se não for para vir com fé, e se não for para vir trilhar no caminho da fé no santo –  conforme o ensinamento do santo – pois que vindo com fé e para trilhar nesse caminho de fé então a vitoria será tremenda e imparável.

 

E porem:

 

se vierdes ao santo sem fé, ou se vierdes tão-somente para depois desrespeitar e desviar da fé no santo, então amargurado fruto colhereis.

 

Avisamos por isso na maior clareza e honestidade:

 

 Cuidai por isso de jamais virdes usar de santo – nem de trabalho de santo –  com leviandade, sem fé no santo, nem com desrespeito ao santo, nem violando á regra do santo, nem desviando do caminho de fé no santo, nem desrespeitando ao altar de santo onde santo está ancorado, e onde ali – e em seus terreiros fechados – é arriado, oficiado e assentado culto ao santo.

 

 

 

 

 

 

 

Trabalho de santo: trabalho do maior portento, para ser lidado no maior cuidado.

 

 

 

 

Olhai que dizemos:

 

santo é entidade do maior portento, que com portento vos garante portentoso resultado.

 

E porem:

 

santo é entidade de portento que se deve por isso lidar com maior cuidado e no maior respeito.

 

Pois por isso:

 

Jamais lanceis mão de trabalho de santo se não for para vir lidar em assunto sério, e jamais lanceis mão de trabalho de santo se não for para vir com fé, e se não for para vir trilhar no caminho da fé no santo –  conforme o ensinamento do santo – pois que vindo com fé e para trilhar nesse caminho de fé então a vitoria será tremenda e imparável.

 

E porem:

 

se vierdes ao santo sem fé, ou se vierdes tão-somente para depois desrespeitar e desviar da fé no santo, então amargurado fruto colhereis.

 

Avisamos por isso na maior clareza e honestidade:

 

 Cuidai por isso de jamais virdes usar de santo – nem de trabalho de santo –  com leviandade, sem fé no santo, nem com desrespeito ao santo, nem violando á regra do santo, nem desviando do caminho de fé no santo, nem desrespeitando ao altar de santo onde santo está ancorado, e onde ali – e em seus terreiros fechados – é arriado, oficiado e assentado culto ao santo.

 

 

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