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OS
ESPIRITOS DAS TREVAS
Os demónios e os espíritos das trevas existem e o assunto foi
trazidos novamente á luz do dia pela promulgação do novo rito de exorcismo da
Igreja Católica Apostólica Romana.
«De Exorcismus et
supplicationibus quibusdam»
é o renovado código de exorcismo e foi publicado pelo Vaticano em 26 de Janeiro
1999.
Antes disso, o rito foi analisado e trabalhado pelo Papa João
Paulo II , que o aprovou em 1 Outubro 1998.
O documento possuía originalmente 84 paginas totalmente redigidas
em latim, que já foram entretanto disponibilizadas a todas as todas as
conferencias episcopais por todo o mundo para que possam traduzi-lo para
versões nas línguas vernaculares.
Este documento, ( aprovado aliás por um Papa que confessou ter
realizado 3 exorcismos ao longo da sua carreira eclesiástica) , reconhece
claramente tanto a existência do demónio, como a realidade da pessessao demoníaca.
Pode-se ler na breve introdução que o documento chama atenção para a existência
de «criaturas angélicas» e outras, chamadas «demónios, que se opõem a Deus»,
sublinhando que a infleuncias destas entidades
espirituais de pode fazer manifestar em pessoas, lugares ou coisas.
Este novo ritual de exorcismo católico foi trabalhado ao longo de
30 anos vem substituir o anterior do Ritual Romano que tinha sido promulgado em
1614.
Mas a realidade sobre espíritos das trevas e exorcismos não é uma
crença meramente Crista. Os exorcismos são também constatados na religião
Judaica, e exemplos disso podem ser vistos no Talmud
: Schabbath, xiv, 3; Aboda Zara, xii, 2; Sanhedrin, x, 1...
No entanto, nas crenças
Judaicas a possessão por espíritos é vista num contexto diferente daquele que é
encarado no Cristianismo. Para o
Judaísmo, uma pessoa pode ser possuída por um espírito chamado dybbuk, que se acredita ser uma alma de uma pessoa falecida
que regressou do Gehenna , o conceito judeu de purgatório ou de local entre mundos, ( entre
o mundo físico e o mundo celeste, entre a terra e o céu), para onde as almas vão antes de entrar no
céu.
De acordo com estas crenças,
por vezes ,( nao muito frequentes), a uma alma que em
vida nao teve oportunidade de cumprir com todas as
suas missoes, é-lhe concedida a oportunidade de
realizar esses fins , regressando a este mundo na forma de um dybbuk. E por vezes também, uma alma demasiadamente
atormentada não encontra descanso no purgatório e pode escapar-se dessa «zona
entre mundos», regressando a esta mundo
A alma regressa assim a este
mundo e procura «ligar-se» a uma pessoa viva que esteja experimentando uma
situação similar á que essa alma viveu quando estava encarnado neste mundo.
Acredita-se por isso que há
bons dybbuks e maus dybbuks.
Os bons, acabam desempenhado o
papel de «guia espiritual» da pessoa a que se ligaram, procurando-a fazer
ultrapassar os obstáculos e tribulações que esta vivendo, como forma de salvar
essa pessoa e assim se salvar a si mesmo. Estas são consideradas possessões
boas.
No caso dos dybbuk maus, esse são almas atormentadas que regressaram a
este mundo ou que não partiram deste mundo, e que se ligam a uma pessoa e fazem-na passar pelos mesmos erros, tormentos
e caos que essa alma experimentou durante a sua vida.
AS
PROVAS CIENTIFICAS QUE ATESTAM DA EXISTENCIA DE ESPIRITOS
A realidade é que os espíritos existem, quer se creiam neles ou
não, tal como o ar existe e não se vê, e porem o ar continuará a existir quer
se acredite nele, ou não.
Todas estas realidades
espirituais são isso mesmo: REALIDADE, quer os cépticos
e agnósticos queiram ou não.
Ao contrário do que se pensa,
e ao contrário do que a ciência argumenta,
um ritual de exorcismo nao é um pratica
obscura, celebrada por homens ignorantes contra a vontade de um pobre
desgraçado que na verdade apenas sofre de um mal psiquiátrico ou psicológico.
Também ao contrário do que
muitos pensam, e ao contrário do que ciência alega, a possessão, também não é
um aproveitamente de doenças que afinal tem
explicações racionais, por parte de uns tantos ignorantes aproveitadores que
irresponsavelmente optam por defender que se trata de um fenómeno espiritual.
Prova de que os espíritos são
uma realidade verdadeira, e que os exorcismos não são meras fantasias lunáticas
de um punhado de ignorantes, são a premissas que presidem á própria execução de
um ritual desta natureza.
Eis algumas das regras
processuais a serem respeitadas antes que se possa autorizar um exorcismo:
1-O exorcismo apenas pode ser realizado por um sacerdote
especialmente preparado para o efeito.
2-O exorcismo tem de ser executado com aprovação e supervisão do
Bispo local
3-O exorcismo apenas pode ser realizado com o consentimento da
pessoa vítima do fenómeno espiritual
4-Um exorcismo só pode ser realizado após a sua confirmação
científica e espiritual, o que implica:
a) a verificação de certos sinais espirituais, ou seja, se esses
sinais não se verificarem, não se pode confirmar que há uma possessão.
b) a rigorosa investigação cientifica do caso, que visa atestar
que na realidade não se trata de uma caso de doença física ou mental, mas sim
de uma verdadeira possessão.
Isto significa que:
O exorcista, antes que lhe
seja permitido realizar qualquer exorcismo,
tem de procurar provar de forma cientificamente fundamentada que o caso
em analise é na verdade, e sem sombra de duvida, um assunto de natureza
espiritual.
O sacerdote deve por isso
demonstrar máxima prudência e circunspecção ao longo
de todo o processo de averiguação do caso em questão antes mesmo de propor um
exorcismo ao Bispado, procurando inicialmente realizar uma abordagem objectiva á pessoa alegadamente possuída, abordagem essa
que é uma verificação sobre o verdadeiro estado da pessoa, ou seja, verificando
se a pessoa não será alguém que simplesmente sofre de doença física ou
psicológica.
O sacerdote apenas decide se
uma pessoa esta verdadeiramente possuída depois de uma diligente investigação,
na qual se procura consultar peritos em áreas medicas, psicológicas,
psiquiátricas e mesmo espirituais.
Apenas após todo este rigoroso
processo de peritagens científicas, se chega á conclusão de se estar perante um
caso de possessão por parte de entidades espirituais das trevas.
E quando assim sucede, para
desgosto de alguns agnósticos, a própria ciência torna-se num instrumento de
validação e prova científica da existência de espíritos e de demónios.
Segundo as normais de
observação e analise deste tipo de fenómeno espiritual, os sinais de possessão
demónica numa pessoa são:
1- A
capacidade da pessoa possuída de falar línguas que desconhece e que não tem
possibilidade nem forma de conhecer, por vezes línguas mortas como Latim,
Aramaico, etc.
2- O
conhecimento sobre coisas que lhe estão distantes e são desconhecidas
3- Manifestação
de força física anormal
4- Manifestação
de fenómenos físicos anormais
È necessário, apos cuidados
exames médicos, psicológicos, espirituais, psiquiátricos, etc…. provar que
estes sinais não estão relacionados com causas normais, relacionadas com leis
da física, da química ou de uma condição clínica da pessoa alegadamente
possuída, para que se possa declarar que essa mesma pessoa esta sendo vitima
desse tipo de fenómeno espiritual.
De acordo com a pratica
seguida pelo Vaticano, tudo é feito para evitar a percepção
de que um exorcismo esta relacionado com
superstições ignorantes ou infundamentadas, mas antes é um processo
atestado por meios científicos e com veracidade inegável.
ORAÇÃO
DE EXORCISMO EM LATIM:
Exorcizo te, omnis
spiritus immunde, in nomine
Dei (X)
Patris omnipotentis, et in noimine
Jesu (X) Christi Filii ejus, Domini et Judicis nostri, et in virtute Spiritus (X)
Sancti, ut descedas ab hoc plasmate Dei (name),
quod
Dominus noster ad templum
sanctum suum vocare dignatus est, ut
fiat templum
Dei vivi, et Spiritus Sanctus habitet in eo.
Per eumdem
Christum Dominum nostrum, qui venturus est judicare vivos et mortuos, et
saeculum per ignem.
(X) = Sinal da Cruz
EM
RESUMO:
Todas estas condições de analise
de um fenómeno espiritual como a possessão, visam validar a existência dos
espíritos das trevas através de um rigoroso processo de análise e investigação
com rigor cientifico.
Assim se prova que quando se
falam de espíritos dass trevas, não se está diante de
uma fraude nem de uma fantasia, mas sim de uma realidade tão sólida como o ar
que respiramos.
Assim se atesta o espírito das
trevas existe e está dentro de uma pessoa, de um local ou de uma coisa, assim
se confirma que se esta lidando com factos e não com fantasias.
A para quem gosta de factos,
os exorcismos que foram feitos respeitando todos os critérios científicos de
aprovação do ritual, os factos revelam uma verdade que alguns cientistas e
alguns ateus não gostam de ver.
Ver também:
Dicionário demónios – demonologia
Os 6 dons das Trevas, e as 5 formas de Magia Negra
[voltar a magia negra, magia branca]